Perguntas e Respostas

Para esclarecer as suas dúvidas, selecionamos algumas das questões mais frequentes, relacionadas com a inspeção de veículos.

Clique nos links abaixo e fique a saber tudo. No entanto, não hesite em contactar um dos nossos centros para esclarecer outras questões não possam surgir.

Há um conjunto de verificações simples que podem ser efectuadas regularmente pela pessoa que conduz o veículo, antes de o levar a um centro de inspecção, nomeadamente:

  1. Eficiência dos limpa para-brisas;
  2. Sinalização luminosa: mudança de direção, perigo, travagem, marcha atrás, chapa de matrícula, nevoeiro;
  3. Luzes de presença, médios e máximos;
  4. Pneus: relevo do piso com pelo menos 1,6 mm;
  5. Espelhos retrovisores: superfície refletora, fixação e regulação;
  6. Funcionamento correto dos cintos de segurança.

As Inspeções Periódicas Obrigatórias foram criadas com o objetivo de intervir sobre o estado das viaturas, de acordo com o disposto no Decreto-Lei n.º 550/99, de 15 de Dezembro. Consistem numa inspeção aos sistemas de segurança do veículo, através de testes com equipamentos próprios, efetuados por técnicos habilitados. A correção das deficiências encontradas permite evitar avarias mais graves e reduzir as probabilidades de falhas mecânicas eventualmente causadoras de acidentes.

A manutenção e conservação do veículo só tem a ganhar com a Inspeção Periódica Obrigatória. O principal interessado é, sem dúvida, o condutor. Ao levar o veículo à inspeção, o condutor está a contribuir para a segurança de todos aqueles que consigo viajam.

Durante a inspeção o veículo é sujeito a um conjunto de testes com vista a uma avaliação dos sistemas de segurança ativa e passiva, de forma a assegurar que este se encontra em boas condições para circular.

Procedimentos a que o veículo é sujeito:

Identificação do Veículo – Consiste em comprovar se a marca, o modelo, a matrícula, o número do quadro e as medidas dos pneumáticos coincidem com os dados do livrete;

Emissão de Poluentes – O controlo da emissão de poluentes é feito através de dois aparelhos: o analisador de gases de escape para os veículos a gasolina, ou o opacímetro para os veículos com motor a diesel;

Quadro e Cabine – Realiza-se um exame ao exterior e ao interior do veículo com vista à deteção de pontos de corrosão, deformações, anomalias dos bancos e outros defeitos que comprometem a segurança do veículo e dos seus ocupantes;

Luzes – Verifica-se a orientação das luzes dos médios, máximos e de nevoeiro bem como a sua intensidade, através do regloscópio. Confere-se, ainda, o estado e funcionamento de todas as luzes e as ligações para reboques quando existentes;

Visibilidade – Verifica-se o estado dos espelhos retrovisores, sistema de limpeza do para-brisas e eventuais reduções do campo visual do condutor;

Equipamentos Diversos – Verifica-se a existência e funcionamento: cintos de segurança, triângulo de pré-sinalização, avisador sonoro, velocímetro e de outros equipamentos obrigatórios só em alguns veículos – tacógrafo, extintor, cortinas, calços de rodas e outros;

Travões – Para testar os travões é utilizado o frenómetro. Este mede a força e o equilíbrio da travagem do travão de estacionamento e do travão de emergência;

Direção – Afere-se o alinhamento da direção através do ripómetro, destinado a verificar o paralelismo das rodas;

Detecção de Folgas – O detetor de folgas permite verificar a existência de folgas excessivas e de outras anomalias na suspensão, direção, eixos e suas ligações ao quadro do veículo. É igualmente averiguado o estado das jantes e dos pneus;

Outras Verificações – Os veículos de serviço público estão sujeitos, também, a outras verificações, por forma a assegurar que cumprem as medidas de segurança específicas existentes.

Os veículos devem ser apresentados à primeira inspeção anual e às subsequentes até ao dia e mês correspondentes ao da matrícula inicial de acordo com a periodicidade constante do Decreto Lei 144/2012 de 11 de julho.

Não, os centros cobram apenas o valor da tarifa prevista legalmente. Não é aplicado qualquer valor adicional pelo facto da inspeção ser realizada após a data limite.

Deficiência que não afeta gravemente as condições de funcionamento do veículo, nem diretamente as suas condições de segurança, não implicando, por isso, nova apresentação do veículo a inspeção para verificação da reparação efetuada.

Nota: A deficiência tipo 1, que se verifique não ter sido corrigida em inspeção/reinspeção, será classificada de tipo 2.

Fonte IMT

Deficiência que afeta gravemente as condições de funcionamento do veículo ou diretamente as suas condições de segurança, ou que põe em dúvida a sua identificação, devendo o mesmo ser apresentado no centro de inspeção, para verificação da reparação efetuada ou nos serviços competentes do IMT para completo esclarecimento das dúvidas respeitantes à respetiva identificação.

Fonte IMT

Deficiência muito grave que implica a paralisação do veículo ou permite somente a sua deslocação até ao local de reparação, devendo esta ser conformada em posterior inspeção.

Fonte IMT